quinta-feira, 24 de janeiro de 2008

A VIDA É MUITO, PARA SER INSIGNIFICANTE

"Cada um tem de mim exatamente o que cativou.
E cada um é responsável pelo que cativou.
Eu não suporto falsidade e mentira.
A verdade pode machucar, mas é sempre mais digna.

Bom mesmo é ir à luta com determinação,
abraçar a vida e viver com paixão.
Perder com classe e vencer com ousadia,
pois o triunfo pertence a quem mais se atreve
e a vida é muito, para ser insignificante.

Eu faço e abuso da felicidade.
E não desisto dos meus sonhos.
O mundo está nas mãos daqueles que têm coragem de sonhar
e correr o risco de viver seus sonhos."

(Poema de Charles Chaplin)


2 comentários:

Omar disse...

Cativar é tornar cativo... O amor não liberta? Sim... a liberdade do cativeiro... só quem ama entende... talvez não compreenda, mas vive, ousa e... cala! Palavras são desnecessárias para certas coisas ou em determinadas situações!

Ômar.

beatriz090912 disse...

Para que serve uma relação? - Drauzio Varela

Uma relação tem que servir para você se sentir 100% à vontade com outra pessoa, à vontade para concordar com ela e discordar dela, para ter sexo sem não-me-toques ou para cair no sono logo após o jantar, pregado.

Uma relação tem que servir para você ter com quem ir ao cinema de mãos dadas, para ter alguém que instale o som novo enquanto você prepara uma omelete, para ter alguém com quem viajar para um país distante, para ter alguém com quem ficar em silêncio sem que nenhum dos dois se incomode com isso.

Uma relação tem que servir para, às vezes, estimular você a se produzir, e, quase sempre, estimular você a ser do jeito que é, de cara lavada e bonita a seu modo.

Uma relação tem que servir para um e outro se sentirem amparados nas suas inquietações, para ensinar a confiar, a respeitar as diferenças que há entre as pessoas, e deve servir para fazer os dois se divertirem demais, mesmo em casa, principalmente em casa.

Uma relação tem que servir para cobrir as despesas um do outro num momento de aperto, e cobrir as dores um do outro num momento de melancolia, e cobrirem o corpo um do outro quando o cobertor cair.

Uma relação tem que servir para um acompanhar o outro no médico, para um perdoar as fraquezas do outro, para um abrir a garrafa de vinho e para o outro abrir o jogo, e para os dois abrirem-se para o mundo, cientes de que o mundo não se resume aos dois.